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Jorge Amado, praias, morenas, cacau, coronéis, fazendas, comida farta e gostosa... O sul da Bahia é tudo isso e muito mais. A partir desta página você vai conhecer um pouco mais sobre a cultura, as artes, os encantos e magias da terra grapiúna (adjetivo de tudo originado na zona cacaueira da Bahia).
Terra onde os índios ensinaram aos recém chegados portugueses a dormir em rede, fazer farinha e artesanato. Mostraram que tomar banho é saudável, ao contrário do que pensava a Corte européia da época. Aos poucos os Jesuítas iam entrando na floresta em seu trabalho de catequese, levando consigo outros desbravadores e comerciantes, atraídos por boatos de ouro e riquezas. Iniciava alí a tradição de comércio que se tornou uma das vantagens da região grapiúna. Para Itabuna vieram muitos sírios e libaneses, exímios comerciantes, e sergipanos em busca de novas terras para desbravar. Ilhéus era o único ponto de comunicação com o resto do mundo, graças ao porto. Depois de passar por um ciclo de cana-de-açúcar, a região viveu a opulência do ciclo do cacau, que formou milionários e coronéis da noite para o dia. Uma época em que até as roupas de cama vinham de Paris. Até meados dos anos 80 o sul da Bahia era o Eldorado para onde vinham desde suíços até capixabas, todos atraídos por uma economia que rivalizava com a de Salvador e batia records de venda de produtos. Hoje a região grapiúna procura saídas para o fim do ciclo do cacau investindo em tecnologia, indústrias, extração de granito e novas culturas. A Alma Grapiúna é um ponto de partida para a vida sulbaiana e uma âncora para os grapiúnas que estão longe daqui. Ela estará em constante mutação e suas sugestões são muito bem vindas, inclusive agora. Direto do jornal A Região
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©Rádio Morena FM, Itabuna, Bahia - Criação Marcel Leal